Proteção Animal
Campanha destaca a guarda responsável de animais
Estreia nesta terça-feira (25) a nova campanha da Rede de Defesa e Proteção Animal de Curitiba, em 209 pontos do mobiliário urbano da cidade. Com o tema “Animal de estimação não é brinquedo”, a iniciativa destaca a importância da guarda responsável e prega o fim do abandono de animais.
A primeira fase da campanha irá até dia 7 de novembro. “É importante que a população tenha consciência da importância da guarda responsável de animais. Quem se dispõe a ter animal de estimação tem que zelar pelo seu bem estar”, afirma a chefe da Divisão de Monitoramento e de Proteção Animal da Secretaria Municipal do Meio Ambiente, Vivien Midori.
A Rede de Defesa e Proteção Animal é um programa da Prefeitura que envolve agentes públicos, iniciativa privada e terceiro setor, na busca de melhores condições de vida para a fauna da cidade, controle de populações, equilíbrio ambiental e o convívio harmonioso da população com os animais.
A Rede de Proteção também oferece um Sistema de Cadastramento e de Identificação Animal (SIA), através da utilização de microchips. Faz parte da Rede uma unidade móvel para castração de animais, o ônibus castramóvel, uma parceria com a Universidade Federal do Paraná (UFPR).
Mais informações sobre as ações da Rede podem ser obtidas no site (http://www.protecaoanimal.curitiba.pr.gov.br/).
Fonte: Prefeitura da Curitiba
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Por favor colega, não divulgue estas campanhas inúteis e mentirosas! cartaz e microchip não serve pra nada e o onibus não é para castração, é para ensinar técnicas cirúrgicas as alunas de Med Veterinaria.
ResponderExcluirDiscordo de você, Yanê, pelos motivos que exponho abaixo:
ResponderExcluir1) Conscientização se faz, sim, com campanhas educativas e informação. Pelo seu raciocínio, deveríamos, então, suspender todas as campanhas contra a aids, poliomielite, sarampo etc?
2) Informação nunca é demais (falo como profissional da área, com 15 anos de jornalismo). Até mesmo para apontar as falhas do programa, as pessoas precisam, sim, saber que ele existe. Se não há informação, não há questionamento, como esse que você mesma está fazendo, não acha?
3) Quanto à microchipagem, concordo que a resolutibilidade do serviço ainda é baixa, mas justamente porque a ideia ainda não foi disseminada (eu mesmo optei por não chipar os meus cães). Mas, a partir do momento que a população aderir à ideia, o próprio poder público e mesmo as clínicas privadas se sentirão obrigados a implantar sistemas de identificação com amplo acesso para a população. Quiçá chegará o dia em que todos os animais da cidade serão microchipados e, para isso, é preciso começar em algum momento.
4) Quanto ao ônibus, cujo serviço nunca fui ao local conhecer, creio que os estudantes sejam sempre supervisionados por um professor. Caso contrário, não teremos algo "inútil", mas, sim, ilegal, e isso deve ser denunciado. Mas, se não for isso o que ocorre, não vejo problema em alunos aprenderem técnicas cirúrgicas ajudando a comunidade.
5) Por último, mas não mais importante, não vejo como o boicote a qualquer iniciativa que seja, por mais simples que pareça, pode ajudar na cauda animal. Você pode me explicar?