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segunda-feira, 29 de dezembro de 2008

ENCONTRADO - Joe

Esse é o Joe. Foi encontrado ontem, no Jardim Ipê, em Santa Felicidade, por uma vizinha. Parece estar já há algum tempo na rua, pois está bem sujo. Mas é um cão muito educado e, com certeza, tem casa. Se alguém tiver algum contato com possíveis donos, agradecemos. E, se alguém quiser adotar enquanto isso, melhor, porque é bem difícil encontrar donos de cães perdidos - até porque, se estão perdidos é porque estão muito longe de casa. Interessados podem entrar em contato comigo (41 9923 8717) ou com a Aline (41 9694 5447). Nossos e-mails: phgalvez@gmail.com e tomaz.aline@gmail.com. Também podem deixar um comentário aqui, que entramos em contato.

ADOÇÃO - Tica***

Encontramos a Tica na Praça da Espanha, no Batel, onde nos divertimos aos sábados com uma banca na Feira de Antiguidades. Apareçam por lá. Trabalhamos com publicações antigas, colecionismo, brinquedos e antiguidades em geral. Ah, sim, a Tica. Encontramos há uns quatro meses. Bastante maltratada e doente. Tratamos, desverminamos e castramos. Está desesperadamente em busca de um lar. Em casa, por causa da Crystal, a Tica tem que ficar presa o dia inteiro em um quartinho, só soltamos algumas horas durante a noite, quando prendemos a Crystal. É um sacrifício pras duas e um trabalhão pra gente. A Tica tem porte pequeno e é muito, mas muito brincalhona mesmo. Se dá muito bem com pessoas de qualquer idade e com outros animais também. Interessados podem entrar em contato comigo (41 9923 8717) ou com a Aline (41 9694 5447). Nossos e-mails: phgalvez@gmail.com e tomaz.aline@gmail.com. Também podem deixar um comentário aqui, que entramos em contato.

Esse ao lado dela é o Mutuca. Ele tem uma história muito triste, que eu conto depois - ele ainda está em tratamento.

(***) ADOTADA

Chicão

O Chicão é nosso dogue alemão chorão - ele detesta fotografia. Foi encontrado em Santa Felicidade, perto do Parque Tinguí, há quase um ano, por uma vizinha. Inicialmente, ficaria em casa apenas hospedado, já que a Crystal não gostou nada da história de ter um companheiro no quintal que era só dela. Tentamos encontrar o dono do Chicão, que chorava dia e noite, sem sucesso. Acabamos ficando com ele. Claro, com o consentimento da Crystal, que viu que um amigo não era tão má idéia assim. (O Chicão também não está pra adoção)

O Chicão também está no you tube:

Crystal

Crystal é nossa pit bull cordial. Chegou em casa assim que nos mudamos. Era maltratada pelo primeiro dono e quando foi resgatada pela ONG estava machucada (uma paulada na cabeça) e pesava menos de 20 quilos. Foi adotada por um casal que teve que devolvê-la por motivo de mudança. E lá se foi a Crystal pro hotel de cachorros de novo. Até a gente conhecê-la neste blog. Está com a gente há um ano e meio e, claro, não está pra adoção.


Tem mais Crystal no vídeo:

Nossos companheiros

Sempre gostei de animais. Na história de minha infância são inúmeras as lembranças. O Chulim, um buldogue que morreu depois de levar uma pedrada de um vizinho. O Toquinho, que ficou dias desaparecido e depois chegou em casa como se nada tivesse acontecido. A Brisa, uma doberman que pulou o muro, atacou meninos que a atormentavam, voltou e ficou bem quieta, como se nada houvera. O Pluto, o cão mais gentil que já tive. O Prince, que um dia implicou com o Pluto e tivemos que levar um deles embora. (O Prince, um dálmata, acabou vivendo 17 anos e nos abandonou há pouco tempo). O Spike, por outro lado, o mais encrenqueiro que já tivemos, morto envenenado. O Pingo, que morreu atropelado porque escapou de casa e tentou me seguir. Isso sem falar nos gatos e outros cachorros com presença menos marcante.

Todos esses que citei, tive na casa dos meus pais, quando criança. Alguns permaneceram quando fui pra faculdade e até depois. Mas eu mesmo, desde 1993, quando fui pra Londrina estudar, nunca mais tive nenhum bicho de estimação - sempre morei em apartamentos ou pensões. Em uma mudança repentina pra Curitiba, depois de dez anos em Goiânia, eu e Aline, que, felizmente, gosta tanto de bicho como eu, decidimos, apesar do medo da violência, morar numa casa, justamente pra voltarmos a ter nossos animais. E assim fizemos.

Mas não vamos parar por aqui.